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sábado, 7 de maio de 2011

Moving forward

Vivemos um tempo em que mudar é essencial. Não temos escolha: é mudar ou morrer. E morrer significa extinção.

Na verdade, vivemos essa realidade desde de que surgirmos neste planeta. Portanto, desde que a primeira célula dotada de vida emergiu no planeta, mudar é essencial.

Nossa relação com o meio ambiente sempre foi de troca; ele nos afeta, nós o afetamos.

Sempre houve uma escala de dano decorrente dessa relação. Quando éramos poucos e afetávamos pouco o planeta, o planeta nos afetava com mudanças climáticas, geológicas e cosmológicas que ainda não entendíamos, e os danos à nossa civilização eram grandes. O planeta é um agente que reúne todos os aspectos existentes para formar o seu ambiente. Seu poder é inquestionável. Mas nossa existência mudou. Hoje somos muitos bilhões e desenvolvemos tecnologias avançadas ainda baseadas no lucro. Nosso capacidade de afetar o planeta é muito maior. Mais uma vez, seremos afetados e os dados que dispomos para prever o futuro mostram que os danos serão enormes. Não há alternativa. Somente ato e efeito.

Para cada movimento que fizemos como espécie melhoramos ou pioramos nosso meio ambiente.

Seguimos um ritmo natural: colhíamos. Colhendo, percebemos que alguns restos de nossa colheita, brotavam e se transformavam em plantas idênticas que davam novos frutos. Formamos as primeiras plantações, as primeiras fazendas, as primeiras cidades, os primeiros países, as primeiras rotas comerciais, o intercambio de informações estrangeiras, as influências na arte, política, ciência.

Entre os impactos positivos ou negativos ainda estamos tentando entender como deveremos nos comportar para seguir em frente como espécie. Do lado do pensamento monetarista, as preocupações com o meio ambiente são tão necessárias quanto o ganho que podem gerar no processo de busca do próprio lucro. A diferença é que a cada dia novos elementos são colocados na tabela de avaliação do lucro. Definitivamente, mostrar preocupação com o meio ambiente é uma ferramenta de lucro.



O homem moderno e as mudanças

Tal como as primeiras coletas de alimento, é hora traçarmos os próximos passos com o que já sabemos. Analisando os elementos básicos com os quais vamos trabalhar, (monetarismo X fé X ambientalismo X lucro) notamos que todos também estão mudando a cada instante.

Do lado do pensamento dos ambientalistas temos desde dos radicais até os mais abertos a discutir as questões ambientais. Logo notamos que a junção entre monetaristas e ambientalistas resulta num novo ser pensante. Este ser também tem fé de uma forma diferente. Confia mais em si mesmo e na sua relação com o divino, e verá de uma nova forma esse pequeno planeta azul. Até mesmo o conceito de divino está mudando. Essa mudança é mais contundente entre as classes mais esclarecidas, mas mostra crescimento expressivo entre as classes menos abastadas. A internet veio como ponto de ruptura.



Nossa marca neste planeta


Temos conhecimentos científicos que nos permitem criar materiais totalmente novos e de alta qualidade. Os polímeros imperam. O planeta está conhecendo novos compostos que farão parte das rochas sedimentares daqui a minhões de anos. Estando aqui ou não, a humanidade já deixou sua pegada existencial na terra.


Busca pelo equilíbrio


Por todo o globo, cidades se destacam como pioneiras no desenvolvimento mais sustentável. Chicago é uma delas. Seu projeto de “telhados verdes” ou “terraços verdes” não só abrem uma nova opção ecológica como também promove paisagens que nos confortam o espírito enquanto vivemos numa floresta de concreto, aço e vidro. As alternativas começam a despontar mas ainda notamos que os investimentos nessa área têm muito espaço para crescer.


Problemas sempre existiram


Crises sempre foram ótimas oportunidades de ganhos. Mas o que é ganho? O que realmente é valioso? Neste momento, o preço do ouro mostra alta. Mas no caso de uma catástrofe em nível global, não comeremos ouro. Esse maravilhoso metal será nada quando a outra opção for passar fome.


Expectativa


O que possibilitou a criação dos jardins suspensos na Babilônia foi a irrigação. O que condenou ao extermínio os jardins da Babilônia também foi a irrigação. Esse é um ótimo exemplo do que sabemos e o que podemos fazer com essa informação. Mas será que estamos hoje fazendo a correção das rotas ou estamos errando até quando não pudermos mais?

Se estamos falando sobre essas previsões sobre o futuro da humanidade agora, entendemos que essa não é uma rota fixa. Ao nos desenvolvermos como seres pensantes descobrimos que podemos forjar a rota alternativa. Aprender com os erros é a peça chave para avançar. Ao saber onde estamos, onde queremos chegar e quais os caminhos, basta elaborar o plano. A cada dia conhecemos mais, diversificamos mais, flexionamos mais as ideias.

Assim que conseguirmos nos afastar da máxima de avançar para conseguir lucro monetário, entenderemos o real conceito de lucro.

Portanto, para seguir em frente, é necessário reinventar o lucro.



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Zeitgeist - I

Zeitgeist - Addendum

Zeitgeist - Moving Forward

O que move o mundo.

Macacos que enviam naves a outros planetas


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