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terça-feira, 22 de março de 2011

Existe vida extraterrestre?







Em um mundo cheio de mentiras, onde o interesse reina sobre a verdade, não podemos responder a esta pergunta sem antes ponderar sobre dados científicos.

Vamos aos dados:

1- O universo tem mais de 13,7 bilhões de anos;
2- A terra tem 4,5 bilhões de anos;
3- Nosso planeta orbita em torno de uma estrela;
4- Em nossa galáxia existem centenas de milhões de estrelas;
5- No universo existem centenas de milhões de galáxias.

Se hoje existe vida na terra, ela começou em algum momento após seu nascimento. Portanto, 4,5 bilhões de anos é um tempo hábil para se ter uma civilização em algum planeta com tecnologia suficiente para romper seu próprio meio e lançar-se ao espaço.

Diminuindo a idade da terra da idade do universo teremos 9,2 bilhões de anos até que nosso planeta tivesse início e a vida tivesse chance de se desenvolver.
Hoje sabemos que nossa tecnologia se desenvolveu de forma explosiva após os anos de 1900. De 1900 até 1950 a evolução foi muitíssimo rápida se comparada com todo o período anterior. Depois de 1950 até o ano de 2000, a velocidade de evolução tecnológica foi explosiva se comparada ao período de 1900-1950. E não para ou parará mais. experimentamos nos dez primeiros anos de 2000 uma evolução muito maior do que o período de 1950-2000.

Voltemos à diferença de idade entre a terra e o universo: 9,2 bilhões de anos! Isso diz muita coisa.

Em um universo
com centenas de milhões de galáxias e centenas de milhões de estrelas, fica fácil imaginar que a possibilidade de haver vida extraterrestre não é uma mera possibilidade. É uma regra. Aos que dizem que as condições que possibilitam a vida na terra são dificílimas de serem encontradas em outros mundos, eu digo: as condições para a vida como nós conhecemos AQUI NA TERRA. Quem disse que essa forma é a única?

Se você conversar com qualquer cientista sério, ele lhe dirá que se o ser humano ou qualquer outro ser vivo for transportado até uma estação espacial, com condições diferenciadas das da terra, e que se esse ser tiver descendentes, com o tempo, os descendentes serão muito diferentes dos terrestres. Nesse exato momento, experiências estão sendo feitas com vários tipos de plantas. Isso, até onde temos informações. Porque existem os arquivos tidos como “confidenciais”. Tudo é possível.


O fato é que podemos imaginar que existam civilizações com toda sorte de idade e todo tipo de capacidade tecnológica imaginável ou não. Pense num planeta com não mais de 5 bilhões de anos e que já tenha passado por nossa etapa tecnológica há 500 mil anos! Lembra de quando eu disse que nossa capacidade de descoberta tecnológica tem aumentado muitíssimo nesses poucos anos logo depois de 1900?

Chegamos à conclusão que estamos em um ponto qualquer entre o desenvolvimento tecnológico e moral nesses 13,7 bilhões de anos. Certamente não somos o mais atrasados, mas estamos muitíssimo longe de estarmos entre os mais avançados.



Somos resultados de uma experiência genética?

Você já deve ter ouvido falar do termo “elo perdido”. Isto acontece porque até hoje ainda não encontramos qualquer evidência evolutiva, que mostre a passagem de um ser humanoide pouco provido de inteligência, para o ser humano com capacidades mentais mais desenvolvidas. Não existe paralelo na história da biologia deste planeta para o desenvolvimento de capacidade cerebral igual o encontrado nos seres humanos. Para descrever bem esta questão de forma prática, em termos de evolução, é como se fossemos dormir ontem em cavernas e hoje acordássemos fazendo construções intrincadas e desenvolvendo tecnologias maravilhosas.

Neste contexto, observamos muitas pessoas que sugerem que somos o resultado de experiências genéticas de aprimoramento no ser humano. Neste caso, quem teria operado estas experiências que resultaram no que nos tornamos hoje, foi algum tipo de civilização muitíssimo mais inteligente e desenvolvida.

Analisando as várias religiões em muitos povos antigos, encontramos referências de que os “deuses” desciam dos céus. Na mitologia grega, há relatos interessantes de interferências “divinas” com os seres humanos. Até onde isto é um mito? Como podemos ter evoluído tanto em tão pouco tempo?



E por que não temos contato com extraterrestres?

Quem disse que não temos? A cada dia, mais e mais arquivos secretos são abertos. O caso de maior destaque foi a abertura dos arquivos da ex-União Soviética. Com o fim do regime, num momento de desorientação quanto aos rumos do “novo” país, várias pessoas de todos os segmentos, desde professores, pesquisadores e até pessoas comuns tiveram acesso aos arquivos secretos. Muitas informações emergiram e documentos davam conta de casos de visitas, contatos e recolhimento de material extraterrestre com níveis tecnológicos superiores ao nosso. Infelizmente, após a subida ao poder por Vladimir Putin, uma nova onda de fechamento dos arquivos impossibilitou ao público o conhecimento de seu conteúdo.

Mesmo no norte do Brasil são conhecidos casos de visitas extraterrestres no qual o contato com a população foi comprovado por documentos existentes em poder do exército. Neste caso, o contato se dava por uma luz intensa que por vezes causou a morte, ou pode ter sido a causa da morte, de algumas pessoas que viviam na região.

O fato é que quando falamos de algo que não conhecemos e que pode ser informação sensível a governos, tudo se torna envolto em segredos. Não tente apenas conhecer os fatos por dados oficiais. Oficial não significa “verdadeiro”. Use essas informações “oficiais” e faça um paralelo com o que você conhece como verdade científica.


Analisando o que sabemos

No atual momento de desenvolvimento em que vivemos, somos capazes de entender que não devemos interferir na vida selvagem. Se for o caso, que esta interferência seja mínima.

Qualquer pessoa sabe que não pode transferir um animal doméstico como um poodle para viver na floresta. Tão pouco um selvagem para viver em um apartamento.

Também nossa noção de certo e errado, ou de socialmente aceito ou não tem mudado, e muito, em toda a curta história da sociedade nesse planeta. Não precisamos ir muito longe: no tempo do império romano era comum que o público se reunisse para assistir aos embates entre todo tipo de animais selvagens e humanos. Hoje ainda temos touradas, mas a rejeição pública a esse tipo de “espetáculo” é cada dia maior. Sinal que estamos evoluindo.

Um ser evoluído que tenha conhecimento tecnológico superior ao nosso ao ponto de conseguir viajar até nosso planeta tem conhecimento – ou, logicamente, imagina-se que tenha – que não se pode simplesmente transferir seus conhecimentos e estilo de vida para a nossa civilização. Portanto, os casos que ocorrem de conhecimento de contato com outras formas de vida extraterrestres são, possivelmente, com a faixa mais baixa de seres evoluídos. E sabemos que são extremamente evoluídos!

Se nesse momento você sabe que existem equipamentos produzidos por humanos que podem ver e até ouvir a quilômetros de distância, sem que a pessoa que está sendo vista ou ouvida saiba que isso ocorre, imagine a tecnologia extraterrestre. Eles podem estar em nossa atmosfera, podem no visitar várias e várias vezes, fazer experiências, nos ouvir. Eles podem nos compreender, podem até mesmo ler este post e saber quem o acessou.

Mas este post não visa criar um tratado sobre vida extraterrestre e suas possibilidade de contato conosco. Quero apenas dar subsídios ao pensamento sobre a questão. São muito os pontos interessantes. Faça suas pesquisas, levante a questão. Logo você entenderá que “existe muito mais entre o céu e a terra do que pode supor a nossa vã filosofia”.



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1 comentários:

Yann Marinho disse...

Interessante o post mas o melhor mesmo foi a imagem da NCC-1701 F

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