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terça-feira, 19 de abril de 2011

Precisamos de governantes?

Existe um ranking de corrupção no mundo. O Brasil está muito mal posicionado nesse ranking. No entanto, qualquer pessoa sabe que por mais que uma nação seja bem colocada, ainda assim, a corrupção existe e é um problema sério.
Mas como podemos nos livrar dessa praga? Precisamos mesmo de pessoas eleitas para legislar por todos? Precisamos de políticos e governantes?
Durante muito tempo a resposta foi sim. Mas, definitivamente, agora não. Para falar sobre isso preciso antes falar sobre o software livre. Eu explico:

UNIX
A história do software livre tem seu início em 1969 quando o sistema UNIX começou a ser distribuído gratuitamente às universidades e centros de pesquisa nos EUA.

Creative commons
São muitos os programas que estão incluídos na categoria de software livre e um sistema de licença especial foi criado, é administrado e funciona de forma exemplar para garantir que esses sistemas sejam distribuídos de forma a cumprir seu papel de forma segura para todos: O Creative Commons. Ele é um projeto sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais.


Linux
O sistema LINUX foi criado por um estudante de informática como um “passatempo”. Estável, competente, livre, confiável, esse sistema é presença certa entre as pessoas que conhecem informática de forma um pouco mais profunda. Mas já começa também a fazer sucesso entre outras “tribos” que estão cansadas do software proprietário cheio de erros e de arquitetura fechada que não atendem, ou atendem mal, as necessidades dos usuários do sistema. O caso mais exemplar é o programa da Microsoft que, ainda, domina o mercado.

Como funciona a liberação do software livre para os usuários
O software livre depende de uma intensa fiscalização e acertos para que não sejam incluídos códigos maliciosos que possam comprometer a segurança do sistema. Qualquer pessoa tem acesso aos códigos e pode estudá-lo o quanto quiser e submeter sugestões. Essa visualização faz com que melhorias sejam disponibilizadas e falhas sejam identificadas e corrigidas de forma muito rápida. Somente um grupo específico e competente pode liberar a versão final. Somente versões seguras e estáveis são colocadas à disposição de todos ao redor do mundo.
Como podemos notar, o sistema está amadurecido e funciona de forma exemplar.



Sistemas políticos informatizados

As necessidades
As necessidades de uma população podem ser identificadas por meio de pesquisas. As pesquisas seguem métodos científicos que conseguem traçar perfis abrangentes ou em camadas que mostram a necessidade real de modo macro e micro em qualquer sociedade. Você pode ajustar a pesquisa e obter resultados para qualquer situação social; de uma determinada rua, por exemplo, ou para um país inteiro.
Com a atual malha de computadores interligados, podemos realizar estatísticas em tempo real. O Google, hoje, pode criar modelos de padrões que conseguem prever doenças, movimentos políticos, níveis de segurança e etc... em todo o mundo.

Se eles podem, nós também podemos.

Criação e implantação de leis
Começamos a perceber que podemos gerar leis em todos os níveis e camadas sociais que atendam à necessidades reais da maioria da população baseadas nessas informações em tempo real.
O sistema de criação de leis poderia seguir os mesmos princípios do software livre. Aberto a todos para estudo e participação com agilidade e segurança. Um grupo específico faria o estudo final e liberaria a versão mais atual. A periodicidade das atualizações também atenderia às necessidades reais da população. Até mesmo o grupo responsável pela liberação seria “rankeado” em tempo real e seus participantes seriam trocados segundo o interesse público, nunca o pessoal, como existe hoje em todo o mundo.

Então, precisamos de governantes?
Está claro que não. Hoje podemos criar nossas leis, administrar nosso grupo de controle de liberação de leis, excluir a corrupção, punir criminosos e tratá-los para o retorno à sociedade de forma correta, humana e que atendam à grande maioria. O mundo não precisa de governantes, precisa de cidadãos ativos. E hoje já temos as ferramentas para fazer isso. Repasse essa idéia.


Você pode se interessar também por essas matérias:

Se você quer saber como identificar um político corrupto, clique aqui.

Se quer saber quanto o Brasil perde com a corrupção, clique aqui.

Se quer saber sobre voto consciente e voto conivente, clique aqui.

Macacos que enviam naves a outros planetas


O que move o mundo.

Liberdade para criar, mixar, distribuir e produzir para o mundo

Aliberdade começa com o conhecimento

quinta-feira, 31 de março de 2011

O mundo está acabando?

Às vésperas do ano de 2012 uma pergunta nos assola cada vez mais: O mundo está acabando?

A resposta para esta pergunta é: Com certeza sim! Mas, antes que qualquer pessoa possa achar que o editor deste blog é o cavalheiro do apocalipse vou logo dizendo que, tecnicamente, tudo que começa tem um fim e o fim começa logo após o início. Pode parecer óbvio, engraçado e talvez até debochado, mas qualquer um ficaria surpreso com a quantidade de pessoas que não entendem isso.

Talvez a pergunta que você queira fazer seja: O mundo vai acabar logo? E eu responderia: É possível que ele acabe a qualquer momento. Mas, vamos ser sinceros, não há indícios que isso vá acontecer tão cedo.

Existem pessoas que temem que um asteróide bata na terra e acabe com a vida no planeta. Eu acho pouquíssimo provável que isso aconteça. Isso por que hoje temos máquinas que estudam e monitoram o cosmos constantemente. Esses instrumentos são capazes de analisar os movimentos de todo tipo de corpos celestes potencialmente perigosos ao nosso planeta e traçar sua rota. Se esse elemento estivesse em rota de colisão, saberíamos com uma antecedência de anos. Se teríamos tempo suficiente para construir máquinas capazes de nos proteger... essa é uma outra questão. Mas, numa opinião analítica: acredito que sim. E talvez, nos tornasse uma raça pensante muito mais adiantada. Para explicar isso preciso de uma matéria inteira, falando de história da humanidade, analisando o ser humano em si e em micro e macro universo, e etc, etc... esse não é o post adequado.


Algumas dúvidas que ouço em vários lugares por onde passo:

Estamos no fim dos tempos?

Nosso tempo está passando. E, frente ao tempo do universo é um nada. Uma minúscula fração de segundo. E cada segundo é precioso. O tempo dos seres vivos termina para quem morre.

O mundo vai acabar em 2012?

Antes de levar em consideração a pergunta acima, gostaria de fazer um adendo: Muitas pessoas confundem o fim da vida no planeta Terra com o fim do planeta em si. Vamos separar as coisas. Temos de ter em mente que, nesse momento evolucionário tipicamente primário, o que nos interessa é salvar a nossa própria pele. E dane-se o planeta. Pode parecer desrespeitoso da minha parte. Mas estou falando a verdade. Para uma imensa maioria, esse é sentimento. Se você discorda de mim, olhe a sua volta. Analise as pessoas e o que nossa existência está fazendo ao planeta. Somos uma espécie que em sua maioria ainda é muito estúpida e não entendeu nada sobre vida.

Voltando à pergunta: Como eu disse antes, o mundo pode acabar a qualquer momento. Mas não vejo qualquer motivo para que isso vá acontecer especificamente em 2012. Ou em qualquer outra dada próxima. Na verdade, acredito que a vida na terra, como a conhecemos, ficará muito difícil e realmente pode chegar ao seu fim, com 99,999999999...% de chance, aproximadamente daqui a uns 5 bilhões de anos. Isso por que o sol se expandirá e seu calor literalmente exterminará qualquer forma conhecida de vida atual. Outra possibilidade muito forte também seria quando os pólos magnéticos da Terra se inverterem. Não acredito que significaria o fim de todas as espécies de vida no planeta. Mas haveria, com certeza absoluta, uma extinção em massa de inúmeras espécies. As coisas por aqui ficarão realmente muito diferentes.

Existiram pelo menos umas 60 teorias de que o mundo acabaria no ano 2000 e até antes disso. Depois disseram que o calendário que conhecemos atualmente está errado e que, na verdade, seria em 2001, depois em 2002 e por aí vai. Vamos ser adultos: pensar que o mundo vai acabar por que uma pessoa que se diz “iluminada” e recebeu um recado dos céus e nos disse isso é pura besteira. Vamos parar de bobagens.

Existe uma possibilidade muito maior de o planeta se modificar e nossa vida ser exterminada por uma guerra nuclear do que por um desastre natural. É bem verdade que ainda estamos muito longe de compreender todo o cosmos e todas as suas nuances, mas estamos caminhando muito bem sobre isso. Por exemplo: a gravidade de vários planetas influencia as condições físicas de nosso planeta. Essa gravidade empurra e estica a Terra constantemente causando todo tipo de modificações como maremotos, erupções vulcânicas, tempestades e por aí vai. A única coisa constante no planeta Terra é a inconstância.


Com o aumento da população e dos meios de comunicação, presenciamos cada vez mais notícias de desastres que ocorrem em todos os lugares. Mas, no caso dos desastres naturais, devemos ter em mente que na maioria dos casos nós estávamos no lugar errado na hora errada. E a população continua a crescer em bases desordenadas, irregulares e, ainda estupidamente, sem entender nada sobre a vida. Os problemas tendem a aumentar. Prepare-se: muitos “iluminados” completamente cegos surgirão entre as multidões e se tornarão os “guias espirituais” de um povo que enxerga menos ainda. O mundo está acabando.



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Aquecimento global. Verdade ou mentira?

A liberdade começa com o conhecimento

Existe vida extraterrestre?

Zeitgeist I.

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