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sábado, 10 de março de 2012

Computador quântico - cada dia mais próximo

Fique atento: no momento em que os meios de comunicação transmitirem a notícia de que o primeiro computador 100% quântico e totalmente operacional estiver em funcionamento, o mundo mudará radicalmente. Talvez você já tenha ouvido – ou visto – sobre um computador quântico que começou a entrar em funcionamento em fevereiro de 2007. Na verdade ainda não se tratava de um computador exclusivamente quântico. E por isso as coisas “ainda” parecem correr da mesma forma que em 2007...

O fato é que a forma de funcionamento de um computador quântico é tão eficiente que o que hoje levaria 10, 20 anos, para ser processado com computadores normais, com um computador quântico, levaria poucos meses. E logo que os primeiros resultados fossem conseguidos, o que levaria meses com o computador quântico, logo levaria dias e em seguida horas, e segundos e assim por diante.
Parece haver no ar uma eminência de que logo teremos essa máquina em funcionamento. Desta forma me peguei analisando os efeitos que isso poderia ter sobre nossa vida. São vários e seriam maravilhosos! Uma verdadeira explosão – daquelas bem ao estilo bomba atômica – com descobertas e mais descobertas científicas mais e mais rápidas a cada dia, e a cada vez, mais rápidas.

Uma das primeiras modificações que acredito que experimentaremos será a internet de qualidade infinitamente superior a que temos atualmente. Isso porque a internet passará a usar as partículas entrelaçadas ou partículas assombradas – como descreveu Albert Einstein. Duas partículas entrelaçadas permanecem em estado sempre semelhante instantaneamente, independente da distância que as separa, mesmo que uma esteja aqui e a outra do outro lado do universo. Neste caso, se um pulso sinalizando o estado binário 1 ou ON, atuasse na primeira molécula a segunda também mudaria seu estado para 1 ou ON. A velocidade de conexão seria imediata. Por exemplo: hoje quando uma nave está na órbita do planeta Marte e manda um sinal para a terra, são necessários 40 minutos até que recebamos o sinal e outros 40 minutos até que a nave receba a resposta. Com o entrelaçamento, este contato será instantâneo.

Acredito que a maior das mudanças imediatas no ser humano, será a internet neural. Isso significa que a internet acontecerá no cérebro do usuário e haverá a simulação da realidade exatamente como a experimentamos em nossos dias. O controle do usuário será total na sua configuração. Dessa forma, você poderá criar o seu universo – ou universos - e ser o verdadeiro deus desta “realidade”. Acredito que, num primeiro instante, governos fariam a regulamentação do tempo que pessoas comuns poderiam ficar conectadas. Isso porque será viciante e em alguns casos perigoso ao usuário, que em algumas situações, não reconhecerá a diferença entre o virtual e a realidade. Como realidade é um conceito “do que é reconhecido pelo cérebro”, imediatamente, o virtual seria também a realidade.

A transformação física do ser humano seria inevitável. A morte seria uma escolha. Até mesmo ter um corpo seria uma escolha. Isso porque os avanços possibilitarão que o corpo físico seja excluído e apenas o cérebro - como ultima instância do ser humano físico - seja “o ser humano”.

O cérebro seria inteiramente turbinado e, em seu limite, expandido a extensões computacionais que o tornarão infinitamente expansível. Deixaremos de ser um, para sermos todos um, caso queiramos. Sem um corpo físico, nossa única necessidade será de alimentos essenciais básicos para a manutenção do cérebro. E, no caso do desligamento do cérebro, seus conhecimentos podem continuar na esfera computacional evoluindo como se vivo estivesse.

Você pode achar que estou um tanto “delirante” nesta descrição. Mas veja: observando a história da humanidade neste planeta, sempre que uma nova forma de comunicação, processamento e arquivamento de informações é apresentada, há saltos incríveis de conhecimento e avanços tecnológicos. Em 1900 não conseguíamos sequer voar. No ano 2000 uma sonda fabricada pelo ser humano se aproximava de plutão. Os avanços hoje, mesmo sem o computador quântico, já são rápidos e cada dia mais e mais rápidos. O que antes levava 10 anos para ser solucionado, hoje leva uns 3 ou menos! E daqui a 3 será ainda mais rápido.

Mas, ao mesmo tempo me veio um preocupação: no atual momento humano de inter-relacionamentos gerais – necessidades físicas, comércio, noção de vizinhança, apego a coisas materiais... - temos um sério problema. O ser humano “ainda” não está pronto para a realidade de usar esta tecnologia. Não está pronto tanto no que diz respeito à sua forma física humana como também como em sua forma de pensar. Isso porque o corpo físico tem necessidades inerentes a ele e o pensamento está muito adiantado com relação a isso. Dessa forma mostramos capacidades imensas de propor considerações filosóficas realmente espetaculares, mas ainda não temos condições de alcançar a grande maioria delas. E notamos isso claramente quando vemos um mundo violento, sujo, e cheio de problemas primários – como a fome mundial, por exemplo – e doenças básicas que ainda assolam a humanidade.

Hoje, quando uma empresa se presta a desenvolver um projeto e executá-lo, o faz visando o lucro financeiro. Portanto há um tempo para investir em desenvolvimento, produção, vendas. Com um computador quântico, chegaremos ao ponto que quando pensarmos em algo, em horas teremos o resultado para a produção, e logo que começarmos a produção, teremos o aprimoramento monstruoso do que foi proposto anteriormente, fazendo com que o produto “novo” já tenha se tornado, há muito, obsoleto. Assim que vier a público que o material que está sendo posto à sua disposição é obsoleto, ele terá um alto nível de rejeição. Neste caso prático, notamos a disparidade entre físico e mental. Nós, seres humanos, ainda temos medo de não conseguir uma “boa caça na próxima temporada”, tal como faziam nossos ancestrais da idade da pedra. Por isso somos acumulativos, egoístas e medrosos. Esta mentalidade está encravada na grande maioria dos humanos. E assim será enquanto houver o fator lucro financeiro envolvido, regendo nossas vidas. Esta proposta parece soar como uma sinuca de bico. Mas mesmo as sinucas de bico podem ser desfeitas.

Visualizando um cenário como este, a única solução que consigo ver como possível saída, é a transformação do pensamento de inter-relacionamentos humanos. Ao mudar a forma como nos relacionamos com pessoas e coisas, podemos encontrar a solução para o “problema” de termos um computador quântico eficiente e totalmente operacional. Para entender sobre essa mudança é imprescindível se falar do software livre. O software livre é uma iniciativa de desenvolvimento conjunto e contínua, sem fins lucrativos, que possibilita o melhor do produto em tempo recorde. Como já postei anteriormente neste blog, o software livre tem nos mostrado de várias formas como podemos mudar o mundo, e portanto, nossa realidade pessoal e política.


Todo este pensamento sobre o computador quântico, ser humano e desenvolvimento nos leva inegavelmente à questão singular que encontramos no corpo humano: em todos os seres com cérebro deste planeta, até hoje, nenhum outro ser foi capaz de mostrar ou experimentar um desenvolvimento tão rápido e tão explosivo em seu cérebro quanto os humanos. Não há paralelo entre todas as espécies existentes que justifique ou explique de uma forma natural na escala evolucionária, o crescimento e desenvolvimento cerebral humano. É como se, no decorrer da história do desenvolvimento da humanidade, dormíssemos em uma caverna e acordássemos no dia seguinte prontos para construir monumentos e implantar tecnologias incríveis. Por isso o termo “elo perdido” é um assunto recorrente. E também por isso que as teorias sobre sermos o resultado de um experimento de melhoramento de DNA por seres alienígenas mais avançados vir sempre à tona.

Como podemos notar, chegamos a um momento crítico na história da humanidade com a chegada do computador quântico: a disparidade entre o ser animal e sua capacidade cerebral avançada em um mesmo corpo vai cobrar seu preço.

Por isso precisamos fazer logo a transformação através do conhecimento para a grande parte da população mundial. Precisamos eliminar os absurdos da terra: a fome, as guerras, os sexismos, os conceitos de religiões, as discriminações e transformar os governos. O momento é agora. E sinto que ainda estamos adormecidos sobre isso. A tecnologia está, em comparação com a maioria dos seres humanos comuns, infinitamente adiantada.

O primeiro passo parece ser a introdução do pensamento de desenvolvimento conjunto e não-comercial, assim iniciar o processo e podemos ter o melhor de todos os aspectos apresentados pela evolução explosiva que um computador quântico pode nos proporcionar. Podemos salvar o planeta, nossa cultura, e literalmente, nossa pele. E aí sim, o mundo mudará radicalmente.


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terça-feira, 10 de maio de 2011

Um mundo sem dinheiro. A contagem regressiva começou.

Calma, esse post não trata sobre escassez de dinheiro ou crise financeira. Na verdade é bem ao contrário: um mundo sem dinheiro está sendo preparado, queiramos ou não.

Se você não está familiarizado com os filmes da franquia Zeitgeist, será necessário que eu faça uma introdução sobre assunto. (Para saber mais sobre Zeitgeist, clique aqui)


Aprenda a entender a verdade

Eduque-se. Não caia mais nas mentiras que lhe são apresentadas pelos governos.

Vivemos num mundo monetarizado, baseado no consumo e lucro. Para que ele funcione é necessário que se crie a idéia de escassez de recursos naturais. Dessa forma, é gerada uma cadeia produtiva, os preços evoluem, e tabelas de fluxo de caixa traçam os caminhos a serem seguidos pelo empreendimento. O erro em toda essa questão está na sua base: um trabalho está sendo realizado para a geração de um lucro monetário. Como você pode notar, não há qualquer relação com a natureza, aos seres aos quais esses serviços serão postos ou sustentatividade. É um sistema fadado às ruínas e que agora vemos que está acontecendo.


Modificar hábitos

Para seguirmos em frente como espécie é necessário nos reinventarmos. Nos primórdios da humanidade, quando não possuíamos qualquer conhecimento de ciência, matemática e da inter-relação das espécies, fazia sentido montar esquemas básicos que possibilitassem uma reunião social para o crescimento comum. Não era o ideal, mas eram as informações que tínhamos. Foi nesse contexto que surgiram as religiões, os governos e os sistemas monetários que nos trouxeram onde estamos nesse momento.

Hoje temos mais de 6 bilhões e 800 milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo. Em 2020 teremos algo em torno de 8 bilhões. Estudos atuais mostram que nesse ritmo de crescimento é simplesmente impraticável manter a qualidade de vida de todos os habitantes do planeta com as atuais políticas de sustentação social. Em outras palavras, o modelo precisa mudar. E rápido.


Acabar com a corrupção

Grande parte dos problemas sociais e naturais que encontramos por todo o globo se referem, em sua base, à corrupção. A corrupção está espalhada em todos os segmentos sociais e até mesmo nos países mais adiantados culturalmente. Mas qual a proposta?

A proposta é extinguir o dinheiro da sociedade moderna. Num primeiro momento soa como loucura. Eu também pensava assim. Achava: Isso não tem como funcionar. Mas acredite, tem sim.

Num mundo baseado em dinheiro, não se pode esperar uma relação muito ética entre vendedores e compradores. Vendedores querem o maior lucro, compradores o menor preço e farão de tudo para chegarem aos seus objetivos.

Num mundo monetarista, a informação é mais do que importante. É a alma do negócio. Atualmente nenhuma empresa séria de propaganda faz uma campanha de produto sem que sua base seja um estudo do target. E esse estudo inclui as características mais íntimas desse target. Preste atenção às propagandas de sabão em pó. Dependendo da marca uma campanha é desenvolvida. Se estivermos querendo vender a usuários da classe C, a propaganda usará estereótipos pertencentes a essa classe, forma verbal de comunicação equivalente, roupas, idades e lugares que façam com que o alvo se identifique e pense que o produto é para ele. Note que depois de algum tempo, essa mesma marca de mercado lança outro produto que diz fazer tudo o que as anteriores não faziam. Logo você nota que será questão de pouco tempo até que essa mesma marca que hoje é a oitava maravilha da sociedade seja a taxada como ineficiente pela própria empresa que a criou. Estão te vendendo uma idéia. E a idéia tenta agregar valor à marca. Muito do preço cobrado por uma mercadoria é resultado do custo de marketing para se vender o produto, não a produção do mesmo. E isso acontece com todos os produtos. Desde do mais básico de limpeza pessoal e de casa, alimentos e até naves espaciais.

Se tentam te vender algo baseado numa idéia de que ele é melhor e não necessariamente porque ela é melhor, então a ética não encontra lugar na transação. A corrupção impera. Nessa mesma linha de pensamento, resguardadas todas as variações sobre o tema e suas posições em nossa vida, somos todos targets.

Felizmente a mesma informação que alimenta o sistema também é a que pode matá-lo. A chegada da internet é o grande divisor de águas de nossa era atual. O mundo gosta, quer e vai se comunicar de uma forma mais e mais eficiente. Com isso podemos trocar idéias mais rapidamente e assim crescer mais rapidamente. O entendimento de nós mesmos e de todas as espécies começa a ser visto de uma forma muito mais lógica do que mercadológica.

Atualmente vemos ditaduras caírem quase que da noite para o dia com o uso da informação em massa criada pela própria massa. Estamos nos reconhecendo como livres. E essa é a primeira barreira a ser quebrada. Mas devemos saber ao que estamos presos quando pensamos ser livres.

A corrupção nos mantém presos. Esperar que outros falem por nós é o mesmo que entregarmos a desconhecidos a chave de nossa casa, os números de nossa conta bancária e senhas. A base de todas as leis que regem a vida monetarizada de uma sociedade advém dos governos. Eleitos democraticamente ou não, esses governos mandam em todos. Se o sistema monetarizado está errado, os governos estão errados. A chave da sua vida está em mãos erradas.


Pesquisas de opinião

Para cada empreendimento que se faz hoje, são feitas muitas pesquisas de opinião. Nada é empreendido sem que se conheçam as características do público alvo. Sabemos que existem métodos modernos de pesquisas por amostragem que refletem com grande acerto as características da população ou qualquer outro seguimento. Essas pesquisas usam um percentual muito pequeno para se chegar a um resultado global. Por exemplo: numa pesquisa de opinião que afeta a vida de um país como o Brasil, são feitas pesquisas com milhares de pessoas. Então, um punhado de milhares de pessoas mostra o perfil de quase 200 milhões de Brasileiros.

Se você tem um site ou blog na internet também está bem familiarizado com essas pesquisas. Seu provedor de serviço para a manutenção do site certamente te disponibiliza uma área de estatísticas. De posse das várias informações sobre os visitantes do seu site, é possível adaptar as postagens para seu público alvo e assim aumentar suas visitas. Mais uma vez, a matemática te diz que caminho seguir.

Qualquer empresa de computação séria baseada na internet, hoje, consegue saber o gênero do usuário, sua idade aproximada, seus gostos, suas necessidades ou o que ele pensa ou pode pensar em querer com poucos cliques. Isso antes mesmo dele entrar no seu e-mail ou rede social e dizer definitivamente quem é. As empresas são capazes de dizer até mesmo como o usuário real da conta erra, quando erra ao acessar seus arquivos. Para dar um exemplo sobre isso temos claro de citar o Google ou o Facebook.

Se essas empresas são capazes de saber tanto sobre um único ser, fica bem fácil saber que ao agrupá-lo, essa empresa saberá muito sobre o grupo. Dessa forma, a empresa pode gerar relatórios com periodicidades incríveis sobre praticamente qualquer assunto relacionado ao grupo com nível de acertos incríveis. Hoje temos mais de 2 bilhões de pessoas conectadas à internet.


Políticos devem ser extintos

Ser governado é como entregar as chaves da sua vida a outra pessoa. Essa pessoa dirá o que é melhor para você e para todos também. Não soa como loucura? Mas é exatamente isso o que fazemos em todo o mundo atualmente. Hoje não precisamos mais disso. Podemos nos gerenciar de acordo com nossas necessidades e percepção de ética.

Se a Google e Facebook podem conhecer tanto e entregar ao grupo o que o grupo quer, também nós podemos criar esquemas matemáticos informatizados para gerar as leis realmente necessárias às massas. Conhecer os dados de 2 bilhões de pessoas em um universo de 6 bilhões e 800 milhões é muito mais eficiente do que a relação estabelecida atualmente para coletar informações; como é o caso do Brasil onde um punhado de pessoas mostra os contornos sociais de quase 200 milhões de indivíduos. Note que é a massa gerenciando a massa, não um escolhido para compilar segundo a sua própria idéia, as necessidades da massa. Esse é um sistema muito mais eficiente. Dessa forma também, podemos notar que o fator corrupção que basicamente está agregado à figura do político, também desaparece.

Em estudo realizado em 2008 pela KPMG, uma das maiores multinacionais de auditoria, realizou uma pesquisa para conhecer o tamanho da perda do Brasil com a corrupção em um único ano. Ela chegou à impressionante marca de 160 bilhões de reais. Em 2008 o total de arrecadação no Brasil foi de 1,056 trilhão de reais. Os dados sobre a arrecadação são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Pense nos males que esse dinheiro desviado causou e como tudo poderia ter sido diferente excluindo-se a ineficiência do sistema alimentado pela corrupção. Teríamos muito mais do que os próprios 160 bilhões roubados naquele ano. Devemos lembrar também que de lá pra cá a arrecadação manteve-se em alta e a corrupção também, anualmente. Em ultima análise, somos tratados como gado para alimentar uns poucos abastados e manter o sistema. Logicamente o sistema não funciona para os brasileiros. Até mesmo no Japão aonde vimos à incrível eficiência daquele povo, ainda encontraremos focos de corrupção se uma análise minuciosa for aplicada. Você duvida? Eu não. Não estou falando por saber de algo que ninguém mais sabe, mas posso deduzir pela experiência de seres humanos na administração do sistema. Está claro que isso também não é interessante ao povo japonês.

Mas ainda teríamos seres humanos gerenciando o sistema, certo? Sim. Teremos uma junta especializada para introduzir os códigos corretos para a realização das pesquisas que gerariam as leis. A diferença é que os códigos estariam abertos ao estudo de todos e esses poderiam comentar sobre as metodologias, indicar melhorias, denunciar vícios. A própria junta especializada estaria em constante avaliação e todos os seus membros poderiam ser trocados individualmente ou em grupos para a reposição mais adequada. Tal como acontece atualmente com os softwares livres e que mostram incrível eficiência. O sistema já existe e funciona.

Sabendo que podemos retirar o fator “governante” da vida dos cidadãos, notamos que o lobby também será extinto. O lobby é uma relação que pode, com muita facilidade, se tornar uma ferramenta poderosa da corrupção. Se você quer ler mais sobre lobby, clique aqui.


O fim das propagandas

A propaganda é uma espécie de lobby. Claramente podemos perceber elementos básicos do lobby quando tentam te convencer a comprar esse ou aquele produto.

Percebemos que a propaganda também seria extinta, uma vez que não seria mais necessária. Todas as necessidades reais da sociedade estariam personificadas nas pesquisas atualizadas com base nas características da sociedade.

Não havendo concorrência, poderíamos nos livrar das empresas baseadas em lucro monetário. O lucro monetário é tudo na empresa monetarista. Sem lucro monetário, não haverá a empresa. Sobre esta base, notamos que o mais importante não está incluído no cálculo da empresa: o ambiente. Em ultima análise, o lucro monetário suplanta a necessidade do ambiente. O ambiente é outro elemento do calculo, mas não o essencial. Vendo dessa forma, entendemos a loucura do sistema. Continuar a ver o mundo pelo prisma do lucro monetário mata o ambiente. Sem o ambiente, não há vida. Qualquer vida. Inclusive a humana.

Alcançamos um momento de desenvolvimento social onde não só os sistemas de informação estão desenvolvidos. Os sistemas de trabalho também estão mais eficientes. Hoje não precisamos de homens para realizar muitos tipos de trabalhos. E amanhã teremos muito mais máquinas para fazer muito mais trabalho humano. Estamos em risco pelas máquinas que criamos? Se não tomarmos uma posição coerente, sim. Mas podemos entender e fazer com que isso seja diferente. E só será diferente quando não tivermos governantes e a questão monetária regendo as relações sociais.

Perceba que não estou falando sobre socialismo, ou qualquer outro “ismo” que determina forma de governo ou desgoverno. Estou falando de melhores leis, eficiência, de entendimento, do fim da escravidão a qual nos submetemos sem saber, estou falando do fim da corrupção.

O entendimento está sendo levado quando assistimos aos filmes da franquia Zeitgeist. É uma questão de tempo até que as pessoas percebam que podem se governar. Precisamos entender o meio ambiente, e como gerenciá-lo, saber que pertence a todos e afeta a todos e como afeta a todos. Não precisamos de governantes, não precisamos de dinheiro. Precisamos de entendimento.

É questão de tempo. Quanto tempo ainda precisamos? Veremos. A contagem regressiva está em curso.





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terça-feira, 19 de abril de 2011

Precisamos de governantes?

Existe um ranking de corrupção no mundo. O Brasil está muito mal posicionado nesse ranking. No entanto, qualquer pessoa sabe que por mais que uma nação seja bem colocada, ainda assim, a corrupção existe e é um problema sério.
Mas como podemos nos livrar dessa praga? Precisamos mesmo de pessoas eleitas para legislar por todos? Precisamos de políticos e governantes?
Durante muito tempo a resposta foi sim. Mas, definitivamente, agora não. Para falar sobre isso preciso antes falar sobre o software livre. Eu explico:

UNIX
A história do software livre tem seu início em 1969 quando o sistema UNIX começou a ser distribuído gratuitamente às universidades e centros de pesquisa nos EUA.

Creative commons
São muitos os programas que estão incluídos na categoria de software livre e um sistema de licença especial foi criado, é administrado e funciona de forma exemplar para garantir que esses sistemas sejam distribuídos de forma a cumprir seu papel de forma segura para todos: O Creative Commons. Ele é um projeto sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais.


Linux
O sistema LINUX foi criado por um estudante de informática como um “passatempo”. Estável, competente, livre, confiável, esse sistema é presença certa entre as pessoas que conhecem informática de forma um pouco mais profunda. Mas já começa também a fazer sucesso entre outras “tribos” que estão cansadas do software proprietário cheio de erros e de arquitetura fechada que não atendem, ou atendem mal, as necessidades dos usuários do sistema. O caso mais exemplar é o programa da Microsoft que, ainda, domina o mercado.

Como funciona a liberação do software livre para os usuários
O software livre depende de uma intensa fiscalização e acertos para que não sejam incluídos códigos maliciosos que possam comprometer a segurança do sistema. Qualquer pessoa tem acesso aos códigos e pode estudá-lo o quanto quiser e submeter sugestões. Essa visualização faz com que melhorias sejam disponibilizadas e falhas sejam identificadas e corrigidas de forma muito rápida. Somente um grupo específico e competente pode liberar a versão final. Somente versões seguras e estáveis são colocadas à disposição de todos ao redor do mundo.
Como podemos notar, o sistema está amadurecido e funciona de forma exemplar.



Sistemas políticos informatizados

As necessidades
As necessidades de uma população podem ser identificadas por meio de pesquisas. As pesquisas seguem métodos científicos que conseguem traçar perfis abrangentes ou em camadas que mostram a necessidade real de modo macro e micro em qualquer sociedade. Você pode ajustar a pesquisa e obter resultados para qualquer situação social; de uma determinada rua, por exemplo, ou para um país inteiro.
Com a atual malha de computadores interligados, podemos realizar estatísticas em tempo real. O Google, hoje, pode criar modelos de padrões que conseguem prever doenças, movimentos políticos, níveis de segurança e etc... em todo o mundo.

Se eles podem, nós também podemos.

Criação e implantação de leis
Começamos a perceber que podemos gerar leis em todos os níveis e camadas sociais que atendam à necessidades reais da maioria da população baseadas nessas informações em tempo real.
O sistema de criação de leis poderia seguir os mesmos princípios do software livre. Aberto a todos para estudo e participação com agilidade e segurança. Um grupo específico faria o estudo final e liberaria a versão mais atual. A periodicidade das atualizações também atenderia às necessidades reais da população. Até mesmo o grupo responsável pela liberação seria “rankeado” em tempo real e seus participantes seriam trocados segundo o interesse público, nunca o pessoal, como existe hoje em todo o mundo.

Então, precisamos de governantes?
Está claro que não. Hoje podemos criar nossas leis, administrar nosso grupo de controle de liberação de leis, excluir a corrupção, punir criminosos e tratá-los para o retorno à sociedade de forma correta, humana e que atendam à grande maioria. O mundo não precisa de governantes, precisa de cidadãos ativos. E hoje já temos as ferramentas para fazer isso. Repasse essa idéia.


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Se quer saber sobre voto consciente e voto conivente, clique aqui.

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Liberdade para criar, mixar, distribuir e produzir para o mundo

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Liberdade para criar, mixar, distribuir e produzir para o mundo

por Claudio Lopes



Em tempos de internet temos uma gama imensa de informação circulando. Ao alcance dos dedos e na velocidade de um clique, temos dados para criar material multimídia com qualidade excelente. Tanta movimentação levanta questões importantes: até onde estamos sendo originais? Qual o limite dos nossos direitos de usar material criado por outros? Como sabemos que o criador da obra nos permite usar o material por ele criado? Como eu posso deixar claro a todos que meu material pode ser usado por eles? Quais são as limitações do uso da obra em exposição?


Pensando nisso, foi criado o [CC ] Creative Commons. Que trata de um conjunto de normas e regras de simplificam tudo o que falamos anteriormente. Uma forma de explicar facilmente é mostrando o vídeo de circula pela net. Mais precisamente no Youtube. Assista ao vídeo e entenda.
Agora é só botar a mão na massa com a certeza de estar sendo útil ao mundo da informação sem infringir direitos alheios.





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Zeitgeist I - The movie Zeitgeist II - Addendum Zeitgeist III - Moving Forward Creative Commons